Coordenador de campanha de Jair Bolsonaro, o empresário Paulo Marinho nega, no entanto, que tenha ameaçado Jair Bolsonaro.

O empresário Paulo Marinho, que coordenou a campanha de Jair Bolsonaro e é suplente do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), negou que tenha ameaçado o presidente no dia ontem, após a confusão ocorrida na Jovem Pan, que envolveu seu filho André Marinho. “Quando você estiver chorando no banheiro, lembre-se de Gustavo Bebianno, capitão”, disse Paulo Marinho. “Ele não lhe esqueceu”.

Marinho disse à jornalista Mônica Bergamo que sua fala não contém ameaça, mas afirmou ter certeza de que “a alma de Bebianno está pairando naquele palácio”. O ex-ministro Gustavo Bebianno, que morreu de forma misteriosa em março de 2020, fez várias referências a uma “Abin paralela” e à participação de Carlos Bolsonaro no episódio de Juiz de Fora, antes de morrer. Segundo Joaquim de Carvalho, trata-se evidentemente de uma ameaça